Subir a infraestrutura é só metade do trabalho: também é preciso enxergar o que acontece dentro dela. Sem observabilidade, problemas de performance, picos de erro e estouros de capacidade só aparecem quando o cliente já sentiu o impacto.
Por isso, montamos uma stack de observabilidade 100% open source em cima de Prometheus, Grafana, Loki e Promtail. Ela cobre as duas frentes que mais importam no dia a dia: métricas (o que está acontecendo agora) e logs (o que aconteceu e por quê), tanto em servidores bare metal quanto em ambientes AWS.
O Prometheus fica no centro da coleta de métricas: ele faz scraping periódico de endpoints expostos pelas suas aplicações e pela própria infraestrutura (CPU, memória, disco, rede), armazenando tudo em um banco de séries temporais e permitindo configurar alertas com base em regras.
Para logs, usamos a dupla Promtail e Loki. O Promtail roda ao lado das suas aplicações e envia os logs automaticamente para o Loki, que os indexa de forma leve e com baixo custo de armazenamento, já que ele indexa apenas metadados em vez do conteúdo completo de cada linha.
Por fim, o Grafana unifica tudo em um único lugar: dashboards com métricas do Prometheus lado a lado com logs do Loki, além de alertas configuráveis que avisam sua equipe antes que o problema vire incidente.
Observabilidade mal configurada pode virar uma fonte de custo tão grande quanto a infraestrutura que ela monitora. Por isso, cuidamos da retenção de métricas e logs, dos períodos de scraping e das regras de alerta para manter a stack enxuta e relevante, sem ruído.
O objetivo é que os dashboards e alertas realmente sejam usados no dia a dia, com painéis pensados para cada time e alertas que sinalizam problemas reais, não distração.